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terça-feira, 23 de março de 2010

Profissão e ingresso ao noviciado. Brasília-DF



No dia 11 de janeiro, em celebração eucarística presidida pelo Pe. Tarcísio Vieira, Conselheiro Geral, ingressaram no ano canônico do Noviciado, em Brasília, 18 postulantes. E no dia 12, o Diretor Provincial presidiu a celebração na qual 8 noviços emitiram a Primeira Profissão Religiosa, sendo um com Irmão e os restantes como clérigos. É com grande alegria que acolhemos estes novos confrades em nossa família religiosa.


Retiro-2010 -- Dom José Belvino

“A maior tentação de um orionita é duvidar da Divina Providência”.

Com essas palavras o bispo emérito de Divinópolis, Dom José Belvino do Nascimento abriu o segundo turno de retiros do ano de 2010 dos religiosos da Pequena Obra da Divina Providência. “A maior tentação de um orionita é duvidar da Divina Providência”, disse Dom Belvino aos padres, clérigos e irmãos no retiro acontecido de 02 a 09 de fevereiro em Valença, no Rio de Janeiro.
Na visão do bispo, que encantou aos retirantes, com suas estórias contadas aos longos de suas duas alocuções diárias, o orionita verdadeiro nunca deve duvidar da ação da Divina Providência que tudo governa. Apesar de sua voz um pouco rouca e cansada, mas firme e convicta, Dom Belvino disse que os religiosos orionitas devem ser doutores da Divina Providência. O tema geral do retiro foi: Amor ao próximo.
Dom Belvino exortou os presentes a não se deixaram se apegar aos bens passageiros deste mundo e não se deixar abater pelas coisas passageiras. Para ele, ninguém saber mais amar a Deus do que uma mãe. “Na Terra o amor que mais se parece ao amor de Deus é de uma mãe. O amor é a lei divina do céu” – complementou. Citando o conhecido capítulo 13, da primeira carta de São Paulo aos Coríntios, Dom Belvino disse que é preciso amar a Deus com toda a mente, livrando-se dos pensamentos vãos e maus, pensar amiúde em Deus e procurá-lo conhecê-lo sempre mais e melhor, para poder amá-lo de todo o coração.
“Que Deus fique conosco e o resto morra. Devemos preferi-lo a tudo e a todos. Deus é totalidade”, exclamou fortemente Dom Belvino. Ao comparar a Divina Providência com o milagre da multiplicação dos pães e dos peixes, feito por Jesus, Dom Belvino, disse que é preciso reconhecer a Providência pelo pensamento. “O governo de cuidar de todo mundo é mais raro do que fartar com pão cinco mil homens. Não que este não seja maior, mas menos comum”, explicou o bispo.
Participaram do retiro: Pe. João Inácio Assis Gomes (diretor provincial), Pe. João Batista de Freitas (vigário provincial), Pe. Erli Lopes Cardoso (secretário provincial), Pe.José Noleto de Souza (Rio Bananal), Pe. Luiz Carlos da Cruz (Juiz de Fora), Pe.José Maria da Cunha (Niterói), Pe.Geraldo Dias (Rio de Janeiro), Pe.Luiz Carreiro Varão (Vila Velha), Pe.José Sebastião Barros da Silveira (Buritis), Pe.Jorge Luiz Gonçalves de Lima (Araguaina) e Pe. Ilídio Pinto Neto (Niterói); Cl. Gilson Gaigher Junior (Tocantinópolis), Cl. Gleison de Paula Souza (Filadélfia), Cl. Elivaldo Cordeiro de Oliveira (Ananindeua), Gilson Barbosa dos Reis (Palmas); Ir. João Clemente Mateus (Araguaina) e Ir. Paulo Sérgio Bossato (Morada Nova). Da Província Sul participaram o Pe. Valdeci Marcolino e o Ir. Lucas, do Pequeno Cotolengo de Curitiba.
Ao exaltar o valor da oração, Dom Belvino disse que ela é a primeira, a mais útil e mais fácil caridade que podemos dar ao próximo. Só assim, segundo ele, seremos mais compassivos e companheiros com nossos irmãos. Para ele, nossa caridade não deve ser exercida somente para os que nos são simpáticos. Ao olhar, para o crucifixo, devemos pedir a Deus “A quem eu posso ser útil hoje, Senhor?”.
Ao lembrar que existem pessoas sedentas de caridade em nossos caminhos, o bispo, citou a figura de Dom Luciano Mendes de Almeida, que, para ele, representa a personificação da caridade.
Muito brincalhão, Dom Belvino disse que pregar este retiro para os orionitas era uma cruz. Ele disse que este seria o último, e que quando morresse, todos os padres ali presentes estavam encarregados de rezarem uma missa por sua alma.
Ao falar diretamente aos sacerdotes Dom Belvino lembrou da afirmação do Concílio Vaticano II, de que eles formam um sacramento de união com Deus. “O sacerdote deverá ser um mensageiro da verdade, dispenseiro das graças de Deus, conciliador entre Deus e os irmãos. O sacerdote é o homem de fé, testemunho e caridade, tesoureiro das graças divinas. O povo espera que o padre lhe mostre as grandezas de Deus”, completou Dom Belvino.


“Tua autem, Pater, Providentia guabernat.”
“É a Vossa Providência que tudo governa”. (Sb 1,3)


Cl. Gilson Gaigher Junior
Tocantinópolis - TO

sexta-feira, 19 de março de 2010

São José


Celebra-se hoje, 19 de março, a Solenidade de São José. Neste dia, a Igreja, espalhada pelo mundo todo, recorda solenemente a santidade de vida do seu patrono.

Esposo da Virgem Maria, modelo de pai e esposo, protetor da Sagrada Família, São José foi escolhido por Deus para ser o patrono de toda a Igreja de Cristo.

Seu nome, em hebraico, significa “Deus cumula de bens”.

No Evangelho de São Mateus vemos como foi dramático para esse grande homem de Deus acolher, misteriosa, dócil e obedientemente, a mais suprema das escolhas: ser pai adotivo de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Messias, o Salvador do mundo.

"Quando acordou, José fez conforme o anjo do Senhor tinha mandado e acolheu sua esposa" (Mt 1,24).

O Verbo Divino quis viver em família. Hoje, deparamos com o testemunho de José, “Deus cumula de bens”; mas, para que este bem maior penetrasse na sua vida e história, ele precisou renunciar a si mesmo e, na fé, obedecer a Deus acolhendo a Virgem Maria.

Da mesma forma, hoje São José acolhe a Igreja, da qual é o patrono. E é grande intercessor de todos nós.

Que assim como ele, possamos ser dóceis à Palavra e à Vontade do Senhor.

São José, rogai por nós!

segunda-feira, 15 de março de 2010

ENCONTRO DE FORMAÇÃO DO MLO EM FILADELFIA – TO


Sábado dia 13/03 a coordenação do MLO regional e provincial, participaram do encontro de formação em Filadélfia – TO. Iniciamos com a oração do Movimento Laical Orionita. Em seguida Pe. Márcio falou sobre São Luis Orione. A Cida Maia e Iolete concluíram com a Carta de Comunhão dando enfoque na “Formação e Organização do MLO”.
Ficando eleita a coordenação local do MLO de Filadélfia, como:

Coordenadora: Ana Maria Dantas Costa
Secretária: Olga Maria Dias Chaves
Tesoureiro: Huldamérica Reis Vieira
Diretor Espiritual: Cl. Gleison de Paula Souza

Parabéns a esta coordenação, nós da coordenação regional e provincial estamos à disposição de vocês no que precisarem.

AVE-MARIA E AVANTE!

O HOSPITAL DOM ORIONE CELEBRA OS 70 ANOS DA MORTE DE SÃO LUIS ORIONE











Nesta sexta-feira dia 12/03, o Hospital Dom Orione celebrou os 70 anos da morte de São Luis Orione. A Santa Missa foi iniciada com a Novena de Dom Orione, Presidida pelo Pe. Márcio Almeida do Prado e concelebrada pelo Pe. Eduardo Silva Neves, com a participação da comunidade, das Pequenas Irmãs Missionárias da Caridade e amigos. Após a leitura do evangelho foi lida a Crônica de uma despedida: os últimos dias de vida de Dom Orione de autoria de DOM FLAVIO PELOSO em seguida Pe. Márcio conclui a homilia. Encerramos com o cafezinho de Dom Orione e exposição sobre a vida e obras de Dom Orione.

São Luis Orione, rogai por nós!

segunda-feira, 8 de março de 2010

Dia Internacional da Mulher


Nesta segunda-feira dia 8 de março, o HMDO comemorou o Dia Internacional da Mulher, no refeitório.
Os presentes puderam assistir a apresentação do Coral Dom Orione, sob a regência do Maestro Marcos do Valle e também foi divulgado o resultado da eleição da Mulher HMDO (Apoio, Enfermagem e Administrativo).

Igrejas membros DO CONIC (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil):


IGREJA EPISCOPAL ANGLICANA DO BRASIL (IEAB)

É uma província da Comunhão Anglicana espalhada pelo mundo. A Igreja Anglicana é uma igreja que vem desde os tempos dos apóstolos e é herdeira dos primeiros cristãos presentes nas Ilhas Britânicas antes do século 3º. Em 1534, durante o reinado de Henrique VIII, a Igreja da Inglaterra (Anglicana) se separou da Igreja Católica Romana. A Comunhão Anglicana mantém sua base no Quadrilátero de Lambeth: Escrituras, Sacramentos, Credos e Episcopado Histórico. A base teológica sustenta-se na Escrituras – Tradição e Razão. A presença anglicana no Brasil iniciou em 1810, com a chegada de cidadãos britânicos e depois de japoneses e missionários norte-americanos. A Igreja Episcopal Anglicana do Brasil é parte da Comunhão Anglicana, uma família de igrejas anglicanas e episcopais em comunhão com a Sé de Cantuária, na Inglaterra. No Brasil a igreja está presente em nove dioceses e um distrito missionário.