Edilson Nascimento e Aécio Neves, cidadãos compromissados com a preservação das tradições mineiras
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Parabéns Edilson Nascimento
Edilson Nascimento e Aécio Neves, cidadãos compromissados com a preservação das tradições mineiras
terça-feira, 20 de abril de 2010
ENEMECO
terça-feira, 30 de março de 2010
Novo Bispo Orionita

sexta-feira, 26 de março de 2010
Colação de Grau no Ginásio Rio Vermelho do Centro de Convenções de Goiânia-GO

quinta-feira, 25 de março de 2010
Por que a Semana Santa é chamada de Santa?

quarta-feira, 24 de março de 2010
Semana Santa
O Domingo de Ramos abre por excelência a Semana Santa. Relembramos e celebramos a entrada triunfal de Jesus Cristo em Jerusalém, poucos dias antes de sofrer a Paixão, Morte e Ressurreição. Este domingo é chamado assim porque o povo cortou ramos de árvores, ramagens e folhas de palmeiras para cobrir o chão onde Jesus passava montado num jumento. Com folhas de palmeiras nas mãos, o povo o aclamava “Rei dos Judeus”, “Hosana ao Filho de Davi”, “Salve o Messias”... E assim, Jesus entra triunfante em Jerusalém.

Cidade de Sião; grite de alegria, cidade de Jerusalém, pois agora o seu rei está chegando, justo e vitorioso. Ele é pobre, vem montado num jumento."
Profecia de Zacarias
(Zc 9,9)
Quinta-feira Santa 
Com a "missa da ceia do Senhor", abre-se o tríduo pascal. Ela é a preparação final da Páscoa e inicia já a celebração pascal.
É também o "dia da entrega": o Senhor se entregou para nós, sobretudo na eucaristia.
Lava pés: A lavagem dos pés dos discípulos simboliza o ato supremo de serviço e amor à humanidade, sacrifício expiatório de Cristo. Sua mensagem é que não somente devemos imitar o espírito de serviço de Cristo nas menores coisas, mas estarmos preparados para segui-lo em todo caminho.
A solene transladação do Santíssimo Sacramento: Após a missa, o sacerdote, acompanhado de seus ministros, leva o santíssimo sacramento em procissão até o altar da reposição. É uma procissão solene, evoca a festa do Corpo e Sangue de Cristo. A adoração deve caracterizar-se por luzes e flores, enfatizando o dom do Senhor, o "dom do sacrifício pascal", que é precisamente o mistério da morte de Jesus.
Desnudamento do altar: é um gesto simbólico, e por vezes dramatizado, como lembrança do desnudamento de Jesus. É feito em silêncio após a celebração.
A Igreja não vê esse dia como de pranto e luto, mas como dia de amorosa contemplação do sacrifício cruento de Jesus, fonte de nossa salvação. Ela não faz na Sexta-feira santa um funeral, mas celebra a morte vitoriosa do Senhor. Neste dia não há missa em lugar nenhum do mundo.

A adoração da Cruz
Não se oferece o sacrifício eucarístico na Sexta-feira santa. Em lugar da eucaristia fazem-se a apresentação e a adoração da cruz. A atenção da Igreja se fixa no calvário.
Liturgia da comunhão
Terminada a liturgia da adoração da cruz, cobre-se o altar com uma toalha e traz-se o Santíssimo Sacramento. O presidente da assembléia adora-o, fazendo uma genuflexão.
Não existe amor maior no mundo do aquele que dá a vida pelos irmãos.
Jesus se entregou por amor a nós.


Com a chegada da noite, entramos no coração de nossas celebrações da semana santa. É a hora da grande vigília, a vigília pascal, "a mãe de todas as vigílias" (St. Agostinho). A vigília pascal é o ponto alto de todo o ano litúrgico, a celebração mais importante na vida do cristão. Nela celebramos o mistério da redenção humana.
Os momentos da liturgia da Vigília pascal:
Celebração do fogo novo e da luz, é a primeira parte da vigília que celebra a luz do mundo que é Jesus na glória de sua ressurreição. E o sinal principal é o círio da páscoa. Benze-se o fogo fora da Igreja e acende o círio pascal que evoca a luz de Jesus que ressuscita em sua glória.
Celebração da água (batismo e renovação das promessas batismais)
A bênção da fonte significa que a graça do batismo não sai da água como elemento material, mas do Espírito Santo que a santifica; essa idéia se expressa mediante o sinal da imersão do círio na fonte batismal.
Celebração do pão e do vinho (Liturgia eucarística): o ponto alto da celebração é a Eucaristia, ação de graças por excelência, celebração da nova Páscoa de Cristo participada pela Igreja. A vida que nasce no Batismo e é animada pelo Espírito alimenta-se na mesa do Cordeiro pascal. "Este é o momento em que nasceu a verdadeira eucaristia: a páscoa.

Água – Fonte que rega e inunda, lava e recria.

Luz e Fogo que orienta, iluminam, penetram, guiam e purificam.

É uma grande vela que se acende na igreja, no sábado de aleluia. Significa que "Cristo é a luz dos povos".Nesta vela, estão gravadas as letras do alfabeto grego"alfa" e "ômega", que quer dizer: Deus é princípio e fim. Os algarismos do ano também são gravados no Círio Pascal.O Círio Pascal simboliza o Cristo que ressurgiu das trevas para iluminar o nosso caminho.
30 Anos da Morte de Dom Oscar Romero
"Sem efusão de sangue não há remissão.¨ Hb 9,22b
Hoje é um dia especialíssimo para nós, na América Latina. No dia 24 de Março de 1980, o Arcebispo de San Salvador, Dom Oscar Romero, foi morto no altar, misturando seu sangue com as ofertas que estava apresentando a Deus, pelo povo sofrido. Seu último sermão, gravado na maior clareza possível, naquele instante da Morte, foi um apelo de justiça e paz. E quando terminou a gravação, ouviram-se também na fita os tiros, que lhe arrebataram a vida terrena.
Eu mesmo me comovi diante dessa gravação, porque se tratava de um grande amigo meu, com quem me encantara e que se correspondia comigo. Escreveu-me um bilhete, que recebi depois que ele fora assassinado. Ele mesmo, no entanto, profetizara: ¨Ressuscitarei em meio ao meu povo. Vivo dentro do povo". Todo verdadeiro santo continua ressuscitado e vivo no meio do povo.
Reunião dos Formadores em BH

Cotia, 22 de março de 2010
Caros formadores religiosos, sacerdotes e leigos
Graça e paz de Deus!
Ouçamos o brado de nosso Pai espiritual São Luís Orione: “Queremos religiosos e padres fora da sacristia”. Padres e religiosos corajosos e destemidos, homens de Deus e do povo. Líderes que sempre digam: “Ave Maria e avante”! Pé na estrada! Queremos formar um grande exército da caridade a serviço de Jesus Cristo na Igreja e na Pequena Obra da Divina Providência.
Desejo de coração a você caro membro da equipe formativa, tanto você que está iniciando este trabalho compondo esta equipe, quanto você que já está a mais tempo, que este ano de 2010 seja realmente um ano de grandes ideais em nossos seminários e nas diversas etapas de formação. Almejamos também um ano em que formaremos santos, ou seja, formaremos homens que estejam abertos a si mesmos, aos outros e à realidade, Enfim, formemos homens abertos à transcendência. Por isso precisamos partir de Cristo. “É mister, portanto, aderir sempre mais a Cristo, centro da vida consagrada, e retomar com vigor um caminho de conversão e de renovação que, como experiência primitiva dos apóstolos, antes e depois da Ressurreição, foi um partir de Cristo. Sim, deve-se partir de Cristo, porque dele partiram os primeiros discípulos na Galiléia, dele, ao longo da história da Igreja, partiram homens e mulheres de todas as condições e alturas os quais, consagrados pelo Espírito à força do chamado recebido, por ele deixaram família e pátria, seguindo-o incondicionalmente, tornando-se disponíveis para o anúncio do Reino e para fazer o bem a todos (cfr. At 20,38)” (Congregação para os inst. de vida cons. e as soc. de vida apost.: Partir de e Cristo, pág. 29).
Como havíamos combinado na última reunião do secretariado da formação, estaremos reunidos em Belo Horizonte nos dias 17 e 18 de abril de 2010. Precisamos cada vez mais firmar e tomar consciência, como equipe formativa, dos objetivos gerais e específicos na formação em suas diferentes etapas, para formar homens com uma mentalidade evangélica à luz do carisma orionita para dar respostas novas e eficazes aos problemas velhos e novos que vão surgindo e nos surpreendendo enquanto seguidores de Jesus Cristo.
No dia 17, sábado, seremos assessorados, na parte da manhã, pela psicópedagoga Renata. Na parte da tarde cada formador apresentará brevemente o que já desenvolveu de seu projeto formativo. Esse momento também será coordenado pela Renata. No domingo, dia 18, passaremos a tratar de assuntos práticos, tais como:
• Estágio vocacional
• Promoção vocacional
• Conclusão do ensino médio antes do noviciado
• Possível transferência do teológico de São Paulo para Belo Horizonte no ano de 2011
• Breviários
• Material vocacional (folders, banners, cartaz, etc.)
• Economia de nossos seminários, etc.
Com a proteção da Mãe da Divina Providência, nossa celeste padroeira, nos unamos em oração para juntos desempenharmos a nossa missão que é formar novos discípulos e missionários para a vinha do Senhor.
A todos, o meu abraço fraterno.
Pe. Celmo Coelho de Sousa
Conselheiro resposável pela formação
terça-feira, 23 de março de 2010
Campanha da Fraternidade
Nesta terça-feira, 23, a Câmara dos Deputados realiza sessão solene pela Campanha da Fraternidade Ecumênica 2010 (CFE) “Economia e Vida”, no plenário Ulysses Guimarães. O evento, proposto pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic) tem início a partir das 10h.
A Campanha da Fraternidade Ecumênica tem o objetivo de colaborar na promoção de uma economia a serviço da vida, fundamentada no ideal da cultura da paz, em vista de uma sociedade sem exclusão.
De acordo com o secretário do Conic, reverendo Luiz Alberto Barbosa, a sessão é importante porque propicia o diálogo das igrejas com o Congresso Nacional, com o objetivo de apresentá-los os anseios da Campanha. “Essa sessão é de extrema importância porque nós como Igrejas podemos abrir um espaço de diálogo com o Congresso e também com a sociedade, apresentando aos parlamentares o conteúdo da Campanha, o atual modelo de economia e os anseios da CFE. É um modo de levarmos a mensagem da campanha aos representantes do povo brasileiro”, disse.
A sessão contará com a participação das Igrejas-membro do Conic: Católica Romana, Cristã Reformada, Episcopal Anglicana do Brasil, Igreja de Confissão Luterana no Brasil, Sirian Ortodoxa de Antioquia e Presbiteriana Unida. O Conic será representado pelo seu presidente, pastor sinodal Carlos Augusto Möller; e pelo secretário reverendo Luiz Alberto Barbosa.
A iniciativa é do deputado Pedro Wilson Guimarães (PT).
Profissão e ingresso ao noviciado. Brasília-DF

Retiro-2010 -- Dom José Belvino
Com essas palavras o bispo emérito de Divinópolis, Dom José Belvino do Nascimento abriu o segundo turno de retiros do ano de 2010 dos religiosos da Pequena Obra da Divina Providência. “A maior tentação de um orionita é duvidar da Divina Providência”, disse Dom Belvino aos padres, clérigos e irmãos no retiro acontecido de 02 a 09 de fevereiro em Valença, no Rio de Janeiro.
Na visão do bispo, que encantou aos retirantes, com suas estórias contadas aos longos de suas duas alocuções diárias, o orionita verdadeiro nunca deve duvidar da ação da Divina Providência que tudo governa. Apesar de sua voz um pouco rouca e cansada, mas firme e convicta, Dom Belvino disse que os religiosos orionitas devem ser doutores da Divina Providência. O tema geral do retiro foi: Amor ao próximo.
Dom Belvino exortou os presentes a não se deixaram se apegar aos bens passageiros deste mundo e não se deixar abater pelas coisas passageiras. Para ele, ninguém saber mais amar a Deus do que uma mãe. “Na Terra o amor que mais se parece ao amor de Deus é de uma mãe. O amor é a lei divina do céu” – complementou. Citando o conhecido capítulo 13, da primeira carta de São Paulo aos Coríntios, Dom Belvino disse que é preciso amar a Deus com toda a mente, livrando-se dos pensamentos vãos e maus, pensar amiúde em Deus e procurá-lo conhecê-lo sempre mais e melhor, para poder amá-lo de todo o coração.
“Que Deus fique conosco e o resto morra. Devemos preferi-lo a tudo e a todos. Deus é totalidade”, exclamou fortemente Dom Belvino. Ao comparar a Divina Providência com o milagre da multiplicação dos pães e dos peixes, feito por Jesus, Dom Belvino, disse que é preciso reconhecer a Providência pelo pensamento. “O governo de cuidar de todo mundo é mais raro do que fartar com pão cinco mil homens. Não que este não seja maior, mas menos comum”, explicou o bispo.
Participaram do retiro: Pe. João Inácio Assis Gomes (diretor provincial), Pe. João Batista de Freitas (vigário provincial), Pe. Erli Lopes Cardoso (secretário provincial), Pe.José Noleto de Souza (Rio Bananal), Pe. Luiz Carlos da Cruz (Juiz de Fora), Pe.José Maria da Cunha (Niterói), Pe.Geraldo Dias (Rio de Janeiro), Pe.Luiz Carreiro Varão (Vila Velha), Pe.José Sebastião Barros da Silveira (Buritis), Pe.Jorge Luiz Gonçalves de Lima (Araguaina) e Pe. Ilídio Pinto Neto (Niterói); Cl. Gilson Gaigher Junior (Tocantinópolis), Cl. Gleison de Paula Souza (Filadélfia), Cl. Elivaldo Cordeiro de Oliveira (Ananindeua), Gilson Barbosa dos Reis (Palmas); Ir. João Clemente Mateus (Araguaina) e Ir. Paulo Sérgio Bossato (Morada Nova). Da Província Sul participaram o Pe. Valdeci Marcolino e o Ir. Lucas, do Pequeno Cotolengo de Curitiba.
Ao exaltar o valor da oração, Dom Belvino disse que ela é a primeira, a mais útil e mais fácil caridade que podemos dar ao próximo. Só assim, segundo ele, seremos mais compassivos e companheiros com nossos irmãos. Para ele, nossa caridade não deve ser exercida somente para os que nos são simpáticos. Ao olhar, para o crucifixo, devemos pedir a Deus “A quem eu posso ser útil hoje, Senhor?”.
Ao lembrar que existem pessoas sedentas de caridade em nossos caminhos, o bispo, citou a figura de Dom Luciano Mendes de Almeida, que, para ele, representa a personificação da caridade.
Muito brincalhão, Dom Belvino disse que pregar este retiro para os orionitas era uma cruz. Ele disse que este seria o último, e que quando morresse, todos os padres ali presentes estavam encarregados de rezarem uma missa por sua alma.
Ao falar diretamente aos sacerdotes Dom Belvino lembrou da afirmação do Concílio Vaticano II, de que eles formam um sacramento de união com Deus. “O sacerdote deverá ser um mensageiro da verdade, dispenseiro das graças de Deus, conciliador entre Deus e os irmãos. O sacerdote é o homem de fé, testemunho e caridade, tesoureiro das graças divinas. O povo espera que o padre lhe mostre as grandezas de Deus”, completou Dom Belvino.
“Tua autem, Pater, Providentia guabernat.”
“É a Vossa Providência que tudo governa”. (Sb 1,3)
Cl. Gilson Gaigher Junior
Tocantinópolis - TO

